Brasil e Mundo
Janja não quis cumprimentar representantes do Irã? Saiba a verdade


A imagem da primeira-dama Janja saindo de perto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no momento em que receberia os cumprimentos de representantes do Irã no Palácio do Planalto no último domingo (1°) viralizou. A embaixada do país asiático se manifestou publicamente para explicar a história.
Inicialmente, surgiram informações de que Janja não quis cumprimentar os iranianos como forma de protesto por não concordar pela maneira que as mulheres são tratadas no país.
A primeira-dama estava com Lula no momento em que o presidente dialogava com Salvador Valdés, vice-presidente de Cuba. Ela ficou ao lado do marido por 30 minutos para conversar e recepcionar todas as delegações internacionais.
No momento em que as autoridades do Irã, lideradas por Seyed Mohammad Hosseini, vice-presidente para assuntos parlamentares, foram anunciadas, Janja deu alguns passos para trás e se dirigiu a Lu Alckmin, a segunda-dama. As duas conversaram me tiraram fotos.
Depois que os iranianos conversaram com Lula e Geraldo Alckmin (PSB), eles saudaram Janja e Lu, que devolveram com um movimento com a cabeça. Não houve qualquer cumprimento com apertos de mão.
Depois que os representantes do Irã foram embora, Janja retornou para o seu posto inicial e cumprimentou Ralph Gonçalves, primeiro-ministro de São Vicente e Granadinas.
Veja o vídeo:
Irã se manifesta
Nas redes sociais, Janja foi muito elogiada, porque apoiadores de Lula disseram que a primeira-dama estava protestando contra as violações de direitos humanos praticados pelos iranianos.
No entanto, a embaixada do país asiático divulgou uma nota desmentindo a informação. A explicação dada é que Janja foi orientada a se afastar dos representantes do Irã, porque eles não podem cumprimentar uma mulher.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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