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Lira defende punição a deputados que negaram destruição de atos no DF

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O deputado Arthur Lira discursa na Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 01.02.2021

O deputado Arthur Lira discursa na Câmara dos Deputados

Nesta segunda-feira (16), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que os deputados  que negaram toda a destruição causada na Casa Legislativa durante os atos terroristas do dia 8 de janeiro serão “chamados à responsabilidade “.

Segundo Lira, um parlamentar não pode compartilhar “fatos que não condizem com a realidade”.

A afirmação de Lira vem de encontro com as últimas polêmicas envolvendo o deputado eleito Abílio Brunini (PL-MT), que gravou um vídeo no Salão Verde da Câmara dizendo que o local não teve “praticamente nenhum estrago”.

‘Todos que tiverem responsabilidade vão responder. Inclusive parlamentares que andam difamando e mentindo, com vídeo, dizendo que praticamente houve inverdades nas agressões que a Câmara dos Deputados sofreu em seu prédio. Então esses deputados serão chamados à responsabilidade, porque todos viram”, afirmou Lira, em entrevista coletiva.

Questionado se falava de Brunini, o presidente da Câmara confirmou:

‘Justamente isso. Eles terão que ser chamados à responsabilidade, porque, de qualquer maneira, um parlamentar eleito não pode estar divulgando fatos que não condizem com a realidade”, disse.

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Sem incitação de deputados

Apesar das declarações, Lira disse que não viu incitação ao crime por parte dos deputados federais eleitos André Fernandes (PL-CE) e Clarissa Tércio (PP-PE), alvos de um pedido de abertura de inquérito por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os três deputados da ala bolsonarista fizeram posts de apoio aos atos golpistas em Brasília, mas apagaram as publicações com a repercussão negativa.

O presidente da Câmara também citou o deputado eleito Nikolas Ferreira (PL-MG) na lista, mas o pedido da PGR cita outra parlamentar, Silvia Waiãpi (PL-AP).

“Eu não vi, nos três parlamentares, vou citá-los, deputado Nikolas, deputado André e deputada Clarissa, nenhum ato que corroborasse com os inquéritos”, afirmou ele, acrescentando: “Não vi a Silvia. Me falaram esses três.”

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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