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Lula pede liberdade de Julian Assange após reunião com ‘WikiLeaks’

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Presidente eleito, Lula, com Kristinn Hrafnsson, editor-chefe do “WikiLeaks”; à direita, o embaixador da organização Joseph Farrell
Reprodução Rede Social 29/11/22

Presidente eleito, Lula, com Kristinn Hrafnsson, editor-chefe do “WikiLeaks”; à direita, o embaixador da organização Joseph Farrell

O presidente eleito  Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou, nesta segunda-feira (28) com Kristinn Hrafnsson, editor-chefe do WikiLeaks, e com Joseph Farrell, embaixador da organização.

Em seu perfil no Twitter,  Lula disse ter sido informado da “situação de saúde e da luta por liberdade de Julian Assange”, fundador do site.

“Lula, ele próprio um ex-prisioneiro político, há muito fala abertamente sobre a ilegalidade da prisão de Julian Assange e a tentativa de extradição pelos Estados Unidos”, afirma a nota do WikiLeaks.

Assange tem 18 acusações de espionagem nos Estados Unidos. Ele divulgou documentos secretos com informações diplomáticas e de atividades militares norte-americanas.

O jornalista foi preso em Londres, em 2019, depois de passar 7 anos na Embaixada do Equador. Em junho deste ano, a justiça do Reino Unido autorizou a extradição de Assange aos EUA. Ele pode ser condenado a até 175 anos de prisão.

Além do encontro com Lula, os integrantes do WikiLeaks vão, nesta terça-feira (29), ao Congresso para serem recebidos pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, o senador Humberto Costa (PT-PE), e discursarão em plenário da Câmara.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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