Brasil e Mundo
Lula sinaliza que Gleisi Hoffmann não terá ministério


O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu não dar um ministério a deputada Gleisi Hoffmann (PT) e deixá-la no comando do Partido dos Trabalhadores. A informação foi dada nesta quinta-feira (1) aos senadores e deputados petistas em uma reunião no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).
Hoffmann deve estar à frente do PT até novembro de 2023. Após a data, ela não poderá concorrer novamente ao cargo, por ter sido reeleita. Segundo o estatuto do partido, é proibido o acúmulo de funções. Caso ela fosse nomeada, haveria uma convocação de nova eleição entre os membros do diretório em até 60 dias.
Lula alegou que o partido precisa se manter fortalecido e unido. Para isso, ele acredita que Hoffmann dará essas condições à legenda.
Gleisi assumiu o partido em 2016. Nas eleições de 2018 foi eleita deputada federal pelo Paraná, sendo a terceira mais votada no estado. No mesmo ano, ela foi cotada para concorrer à Presidência para substituir Lula, que impedido de disputar o pleito, mas Fernando Haddad (PT) foi o escolhido.
Neste ano, a parlamentar foi coordenadora da campanha eleitoral do futuro presidente e atualmente é uma das comandantes da equipe de transição de governo. Ela também já foi ministra-chefe da Casa Civil do primeiro governo de Dilma Rousseff (PT), entre 2011 e 2014.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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