Brasil e Mundo
Mãe de filho de Bolsonaro perde nacionalidade brasileira


A ex-esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Ana Cristina Valle , não tem mais a nacionalidade brasileira , segundo publicação feita no Diário Oficial , na última segunda-feira (6). A decisão foi feita pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública com a alegação que a advogada obteve o registro de nacionalidade da Noruega .
De acordo com a Constituição Federal, o brasileiro que obtém outra nacionalidade sem seguir critérios previstos em lei, perde a condição de brasileiro. Só pode ter duas ou múltiplas cidadanias em duas ocasiões: a primeira é para pessoas nascidas em outro país ou são filhos/descendentes de estrangeiros, enquanto a segunda é para brasileiro residente em outro país com condição para permanência ou para o exercício de direitos civis.
Ana Cristina não se manifestou sobre perder a nacionalidade brasileira. No mês passado, ela fez uma publicação em uma rede social usando casaco, já que o local estava nevando.
“A vida aqui também não é fácil, não. Acha que é só no glamour? Estou saindo do trabalho”, postou. Ela não revelou qual país foi feita a filmagem.
Ana Cristina é investigada
No ano passado, a ex-mulher de Bolsonaro virou alvo da Polícia Federal, que identificou uma movimentação por parte dela de R$ 9,3 milhões em transações financeiras de 2019 a 2022. A descoberta só ocorreu por causa da análise de relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).
A apuração só começou porque a PF percebeu transações suspeitas na compra deu ma mansão pela ex-mulher do ex-presidente. Até então, o único alvo dos policiais era Jair Renan, filho do ex-casal.
O imóvel, avaliado em R$ 3,2 milhões, fica localizado em um bairro nobre de Brasília. Até ano passado, ela e o filho moravam no local. Os dois saíram do espaço após a derrota de Bolsonaro nas eleições para presidente da República.
As transações feitas por Ana Cristina foram consideradas suspeitas por passarem de quantias que geralmente eram feitas por ela. Na ocasião, ela tinha como maior salário o valor de R$ 8 mil, porque atuava como assessora parlamentar na Câmara dos Deputados.
A advogada ficou revoltada com as informações e negou qualquer irregularidade. Ela relatou que a investigação era uma farsa e tinha como objetivo prejudicar a então campanha do ex-presidente Bolsonaro.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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