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Manuela d’Ávila denuncia constar como morta em cadastro do SUS

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Manuela d'Ávila
Reprodução/Facebook

Manuela d’Ávila


A ex-deputada federal Manuela d’Ávila (PCdoB-RS) afirmou, nesta segunda-feira (28), que consta como morta no Sistema Único de Saúde (SUS). Ela descobriu ao tentar se vacinar com a dose de reforço no posto de saúde do Iapi, em Porto Alegre.

“Saí com o registro da minha vacina apenas físico porque ela não conseguiu incorporar ao sistema. Por quê? Porque consto como morta. Não tem como registrar vacina depois da data de óbito”, escreveu no Instagram.

“Sei que essa morte é a expressão mais profunda dos desejos bolsonaristas mas eu, como cidadã, preciso enfrentar uma guerra de guerrilhas infinitas para ter um direito básico garantido”, disse.

A ex-candidata a vice-presidente na chapa de Fernando Haddad (PT) passou pela mesma situação no ano passado. Segundo o Ministério da Saúde, as mudanças foram feitas por um usuário credenciado que não pertencia ao quadro de funcionários e que foi bloqueado após o episódio.

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A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT) e o deputado federal eleito Guilherme Boulos (PSOL) também tiveram dados alterados na plataforma naquela semana. A presidente do PT foi declarada como morta e teve seu apelido trocado para “Bolsonaro”, enquanto o psolista teve o nome dos pais alterados por ofensa.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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