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Ministro assume a CGU e critica uso ‘indevido’ dos sigilos de 100 anos

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Vinícius Marques foi presidente do Cade
Reprodução/redes sociais

Vinícius Marques foi presidente do Cade


Vinícius Marques de Carvalho tomou posse nesta terça-feira (3) como ministro da Controladoria-Geral da União  do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A cerimônia foi realizada no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

O ex-presidente do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) citou, no seu discurso, o uso “indiscriminado e indevido” do sigilo de 100 anos estabelecido durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). 

De acordo com ele, a medida imposta pelo ex-chefe do Executivo do Brasil foi utilizada sob o “falso pretexto” de maior segurança relacionada ao líder do país. 


“A partir de hoje, a Lei de Acesso à Informação voltará a ser cumprida. O Portal da Transparência voltará a desempenhar o seu papel. Não há democracia sem um estado transparente, aberto ao dialogo e o controle social, onde o sigilo não é a regra, é a exceção”, afirmou o novo ministro.

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Logo após tomar posse no dia 1° de janeiro, Lula determinou que a CGU analise em um prazo máximo de 30 dias os termos do sigilo de 100 anos estabelecido por Bolsonaro. O despacho assinado pelo petista afirma que o ex-presidente desrespeitou o “direito de acesso à informação” com o sigilo.

Quem é Vinícius Marques

Vinícius Marques é graduado e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo. O advogado também tem doutorado em Direito Comparado pela Université Paris 1 Pantheon-Sorbonne.

É especialista em políticas públicas e gestão governamental (EPPGG) do Governo Federal de 2006 a 2016, Secretário de Direito Econômico entre 2011 e 2012, Presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de 2012 a 2016 e Yale Greenberg World Fellow em 2016.

Carvalho ainda integrou a equipe de transição como parte do grupo responsável pela área de infraestrutura.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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