Brasil e Mundo
Ministro critica Zema por dizer que governo se vitimizou durante atos


O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República ( Secom ), Paulo Pimenta (PT), chamou de “insinuações sem base” as declarações dadas pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) , nesta segunda-feira (16).
Zema disse que governo federal pode ter se feito de “vítima” ao fazer “vista grossa” para os atos de vandalismo que depredaram a Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro .
“Me parece que houve um erro da direita radical, que é minoria. Houve um erro também, talvez até proposital do governo federal, que fez vista grossa para que o pior acontecesse e ele se fizessem de vítima. É uma suposição. Mas as investigações vão dizer se foi isso”, disse Zema em entrevista à Rádio Gaúcha.
Pimenta afirmou nas redes sociais, que a postura do governante de Minas Gerais “não contribui” para a reconstrução do país.
“Não contribui o governador de um estado importante como MG fazer insinuações sem base, tentando culpar a vítima, com a teoria da conspiração que levou muitos golpistas a ventilar fake news sobre “infiltrados” e coisas desse tipo. Queremos diálogo sério pela reconstrução do Brasil”, disse o ministro.
O governador de Minas Gerias criticou ainda a detenção dos golpistas que estavam “se manifestando de forma ordeira”.
“Você confundir um cidadão de bem com um depredador é erro gravíssimo. Que se puna essas pessoas que fizeram o vandalismo. Agora, estender isso a esses que estão se manifestando de forma ordeira, é uma situação muito distinta”, opinou Zema.
Atos golpistas
Os atos em Brasília deixaram um rastro de destruição ao vandalizar o patrimônio público, artístico, histórico e arquitetônico brasileiro. Com uma invasão planejada há semanas através das redes sociais, grupos golpistas incitavam a um golpe de Estado no país através da ocupação do Palácio do Planalto, do Congresso e do Supremo Tribunal Federal.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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