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Minuta do golpe é ‘lixo’ e texto ‘folclórico’, diz Torres ao TSE

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Anderson Torres foi ministro da Justiça de Bolsonaro
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil – 21/06/2022

Anderson Torres foi ministro da Justiça de Bolsonaro

O ex-ministro da Justiça Anderson Torres afirmou durante o  depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) nesta quinta-feira (16), que a minuta do golpe encontrada em sua casa por agentes durante uma investigação é “lixo” e não passa de um texto “folclórico”. Ele foi ouvido no âmbito de uma ação que tramita no TSE e pode tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível.

Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) questiona uma reunião que o antigo presidente da República fez com embaixadores, em julho de 2022. Nesta,  ele fez ataques sem provas às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral. 

O depoimento foi pedido pelo corregedor-geral eleitoral, o ministro Benedito Gonçalves, para que o Torres explicasse a minuta, no entanto, apesar dele responder todas as perguntas, ele voltou a falar que não conhece a autoria do documento.

O ex-ministro foi ouvido por cerca de 1h30 por meio de vioconferência. Atualmente, ele está preso no 4º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), em um inquérito que apura os ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro deste ano.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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