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Monique Medeiros é afastada do emprego na Secretaria de Educação

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Monique Medeiros, junto do ex-vereador Jairo de Souza, o Jairinho, é acusada pela morte do filho Henry Borel.
Pedro Ivo/ Agência O Dia

Monique Medeiros, junto do ex-vereador Jairo de Souza, o Jairinho, é acusada pela morte do filho Henry Borel.

Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel , foi afastada da Secretaria Municipal de Educação pela Prefeitura do Rio de Janeiro . Ela é servidora concursada e obteve na Justiça o direito a voltar a trabalhar no órgão. A  acusada de homicídio triplamente qualificado do próprio filho voltou ao trabalho no dia 12 de dezembro e agora atua no setor de almoxarifado.

Medeiros entrou com um pedido de licença médica de 60 dias, que foi negado após perícia técnica realizada pela pasta nesta terça-feira (24). Ainda, a Prefeitura do Rio decidiu abrir uma sindicância para investigá-la.

O afastamento de Monique é decretado pelo prefeito Eduardo Paes (PSD) publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (25). O documento cita um artigo do Estatuto dos Funcionários Públicos do Poder Executivo do Município do Rio de Janeiro sobre suspensão preventiva.

Monique Medeiros estava de licença da Secretaria Municipal de Educação desde abril de 2021, quando foi presa. Ela é ré pela morte do próprio filho, Henry Borel, de 4 anos, juntamente com o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho.

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Em agosto de 2022, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), revogou a prisão preventiva e concedeu liberdade para Monique Medeiros aguardar o julgamento.

O pedido foi feito por meio de um habeas corpus da defesa e foi atendido por iniciativa do próprio ministro.

“Não conheço do presente habeas corpus, mas concedo a ordem de ofício para revogar a prisão preventiva da paciente, assegurando o direito de responder o processo em liberdade, sem prejuízo de nova decretação de medida cautelar de natureza pessoal com lastro em motivos contemporâneos”, escreveu o ministro João Otávio de Noronha em decisão.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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