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Moraes aprova PF a usar biometria do TSE para identificar golpistas

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Ministro Alexandre de Moraes durante sessão plenária do STF
Nelson Jr./SCO/STF – 02.12.2021

Ministro Alexandre de Moraes durante sessão plenária do STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes , autorizou que a Polícia Federal tenha acesso ao banco de dados biométricos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O objetivo é auxiliar na identificação das pessoas envolvidas nos atos golpistas que depredaram a sede dos Três Poderes no dia 8 de janeiro .

Segundo o ministro, há “evidente pertinência para a elucidação das investigações”. A corporação também usará os “dados biográficos e fotografias” das bases da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI).

“Determino, por fim, seja oficiado à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e ao Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) para que, da mesma forma, disponibilizem à Polícia Federal serviços de conferência das bases de dados contendo os dados biográficos e fotografias dos indivíduos cadastrados. Tendo em vista haver dados pessoais envolvidos no trânsito das informações, deverão ser adotadas as medidas de segurança referidas na Lei Geral de Proteção de Dados”, afirmou o ministro.

A PF, ao solicitar o acesso, afirmou que vai “auxiliar o exame pericial na confirmação da identidade dos envolvidos nos eventos ocorridos no dia 08/01/2023”.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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