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Moraes define multa de R$ 100 mil por hora por bloqueio de rodovias

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Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes
Antonio Augusto/Secom/TSE – 02.10.2022

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes

Nesta sexta-feira (11), o  ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que uma multa de R$ 100 mil por hora seja aplicada para os proprietários de veículos que continuam bloqueando as rodovias federais pelo Brasil.

Na determinação, Moraes também pediu que sejam identificadas  empresas e as pessoas que estão dando apoio logístico e financeiro aos manifestantes e veículos que ainda participam dos bloqueios.

A decisão de hoje estende os efeitos da que foi dada por ele no último dia 31 para a desobstrução das vias .

“A persistência de atos criminosos e antidemocráticos em todo país, contrários à Democracia, ao Estado de Direito, às Instituições e à proclamação do resultado das Eleições Gerais de 2022 pelo Tribunal Superior Eleitoral, recomenda a extensão da decisão cautelar a quaisquer fatos dessa natureza em curso em todo o território nacional”, escreveu o ministro.

No despacho, o ministro disse que as medidas devem ser tomadas pela Polícia Federal, pela Polícia Rodoviária Federal e pela Polícia Militar dos estados para proceder com a imediata desobstrução de todas as vias e locais públicos que ainda estão com trânsito interrompido.

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Moraes também determinou que o Diretor-Geral da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, os governadores, os governadores dos estados e do Distrito Federal, os Procuradores-Gerais de Justiça e os Comandantes das Polícia Militares de todos os Estados-membros e do Distrito Federal sejam intimados urgência.

Os manifestantes protestam contra o resultado do segundo turno das eleições 2022 , que marcou a vitória do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a derrota do atual mandatário, Jair Bolsonaro (PL) .

Os protestos se espalharam por estados de diferentes regiões do Brasil, com os manifestantes, apoiadores de Bolsonaro , pedindo “intervenção federal”, carregando faixas com palavras de ordem contra o STF e os ministros, além de pedirem por uma ação das Forças Armadas em relação ao resultado das urnas eletrônicas.

Nesta semana, Moraes já havia se reunido com procuradores de Justiça de três estados para tratar dos bloqueios nas vias

Durante a reunião, os procuradores de Justiça de São Paulo, Espírito Santo e Santa Catarina levaram ao ministro informações sobre a identificação de supostos financiadores dos bloqueios , considerados ilegais pelo ministro , em decisão que determinou o fim das paralisações .

De acordo com o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mario Sarrubbo, serão cruzadas informações entre as apurações do Ministério Público e do tribunal para identificação dos financiadores dos bloqueios.

Moraes  também pediu dados sobre os proprietários dos veículos e as multas aplicadas nas operações de desbloqueio.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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