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Moraes determina oitiva de Anderson Torres sobre blitz nas eleições

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Anderson Torres foi ministro da Justiça de Bolsonaro
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil – 22/06/2022

Anderson Torres foi ministro da Justiça de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que Anderson Torres preste depoimento sobre as blitz da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no dia do segundo turno das eleições. A deverá ser realizado até o dia 8 de maio pela Polícia Federal até a próxima segunda-feira (8).

O depoimento do ex-ministro estava marcado para a última segunda-feira (24), mas foi adiado após um pedido da defesa. Os advogados de Torres alegam que a saúde dele está fragilizada e apontou ‘risco de suicídio’ ao pedir um habeas corpus ao STF.

A oitiva deverá ser realizada na sede da Polícia Federal, em Brasília. O horário deverá ser decidido nas próximas horas.

Torres é suspeito de ter organizado, junto ao ex-diretor da PRF Silvinei Vasques, blitz para barrar ônibus de apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia 30 de outubro, data do segundo turno das eleições. Boa parte dessas blitz aconteceu em estados do Nordeste. As paralisações foram proibidas por Alexandre de Moraes, mas a PRF ignorou a ordem e manteve a operação horas depois.

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Na decisão, Moraes deu o direito a Anderson Torres de permanecer calado e não crie provas contra si mesmo no depoimento. A defesa do ex-ministro ainda não se pronunciou sobre a decisão.

Fonte: Política Nacional

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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