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MPF pede providências contra manifestação no QG do Exército

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Manifestação pede intervenção das Forças Armadas
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Manifestação pede intervenção das Forças Armadas

O Ministério Público Federal (MPF) questionou o Ministério da Defesa, o comando do Exército e o governo do Distrito Federal a respeito de medidas tomadas contra as manifestações em frente ao Quartel General do Exército em Brasília.

O MPF vê ataque à democracia nos protestos, que pedem a intervenção das Forças Armadas para impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A Secretaria de Segurança Pública e o Detran do DF têm cinco dias para informarem o que está sendo feito para liberar o trânsito e coibir as manifestações consideradas “ilícitas e/ou criminosas”.

No documento, as procuradoras Luciana Loureiro e Marcia Zollinger citam manifestações “que incitam agressão ou violência a candidatos eleitos, que estimulam a obstrução do exercício regular das funções dos poderes constituídos, que pregam a sublevação agressiva ou violenta e que incitam a animosidade das Forças Armadas com os poderes constitucionais”.

“É certo que a manifestação de irresignação em face do resultado do processo eleitoral não pode ameaçar o Estado de Direito, as instituições democráticas e a ordem social, e que o exercício da crítica aos poderes constitucionais, por meio de passeatas, de reuniões, de greves, de aglomerações ou de qualquer outra forma de manifestação política, só é lícita quando exercida com autênticos propósitos sociais, nos termos da Lei no 14.197, de 2021, situação que não se coaduna com a ocupação ora observada em frente ao QG do Exército em Brasília”, diz um trecho do documento enviado pelo MPF.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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