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Múcio desmente boatos de renúncia da Defesa: ‘Completamente falso’

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José Múcio Monteiro, ministro da Defesa de Lula
Antonio Cruz/ Agência Brasil – 26/06/2019

José Múcio Monteiro, ministro da Defesa de Lula

O ministro da Defesa, José Múcio , negou que vai deixar o cargo do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) . A declaração foi dada em comunicado emitido na noite dessa terça-feira (10), após boatos de renúncia circularem nas redes sociais.

“O Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho, informa que não pediu renúncia do cargo. É completamente falsa a informação que circula nas Redes Sociais”, informou.

deputado federal André Janones (Avante) foi um dos que compartilhou a informação nas redes. Em publicação de ontem no Twitter , ele disse que o chefe da Defesa entregaria carta de renúncia “nas próximas horas”.

Pouco depois, escreveu: “Recebi a informação da renúncia do ministro de fonte que, até aqui, tem se mostrado segura e confiável. Todavia, o ministro José Múcio nega que irá renunciar”.

Janones teve papel importante nas campanhas de Lula quando ainda disputava a Presidência .

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No último domingo (8), quando vândalos invadiram e depredaram os prédios dos Três Poderes em Brasília , Múcio disse que não é mais possível “aturar” acampamentos dos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em frente aos quartéis do Exército .

“Não tem como continuar assim, vamos tomar providência, não tem mais como aturar isso”, afirmou o ministro da Defesa .

Ao tomar posse na última semana, Múcio disse que tinha amigos que estavam nos acampamentos e que as manifestações eram democráticas.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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