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Na sede da PF, cacique Serere grava vídeo pedindo fim de conflitos

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Cacique Serere Xavante, foi preso pela PF na 2ª feira (12) por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes.
Reprodução – 13.12.2022

Cacique Serere Xavante, foi preso pela PF na 2ª feira (12) por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes.

Após ser preso nesta segunda-feira (12) por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF ) Alexandre de Moraes , o cacique Serere Xavante , de 42 anos, gravou um vídeo na sede da Polícia Federal, em Brasília , com um apelo aos manifestantes bolsonaristas. “Não venha fazer conflito, briga ou confronto com autoridades policias”, pediu o indígena.

Ao iniciar o vídeo, o cacique diz algumas palavras em sua língua nativa, o Aquém. Logo depois, ele começa a discursar em português dizendo: “A nossa luta não é contra as pessoas humanas, é contra potestades espirituais. Deus abençoe a todos, em nome de Jesus. É uma ordem!”, afirmou.

Veja o vídeo:

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O indígena é filiado ao Patriotas e foi candidato a prefeito de Campinápolis (MT) em 2020, mas não foi eleito. Além de político, ele também é pastor. 

No final de novembro, Serere Xavante apareceu em um vídeo, em frente ao Congresso Nacional, em que ameaçava o ministro Alexandre de Moraes.

“Se os generais não executarem o seu juramento, podem me matar. Mas eu tiro o vagabundo do Alexandre de Moraes na marra. Arranco ele pelo pescoço. Ou pode mandar me prender”, afirmou.

As  manifestações nesta segunda (12) em Brasília tiveram início após a prisão do cacique. Na região central de Brasília, um grupo de bolsonaristas foram até a nova sede da Polícia Federal e depredaram bens públicos, além de incendiaram carros e ônibus que passavam pelo local.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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