Brasil e Mundo
‘Não pode ficar impune’, diz procurador do DF sobre ataque em Brasília


Nesta segunda-feira, em entrevista ao jornal Correio Brazilianse, o procurador-geral de Justiça do Distrito Federal , Georges Seigneur , afirmou que não pode “não pode permitir” que episódios como o da invasão de 8 de Janeiro fiquem impunes.
O chefe do MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal) afirmou que está estipulando e adotando medidas que tornem mais rápida a abertura de investigações sobre atos extremistas.
“O MPDFT, como guardião da ordem jurídica democrática, não pode permitir que ataques como os de 8 de Janeiro fiquem impunes”, afirmou o procurador-geral.
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Na sexta-feira (13), Seigneur fez uma reunião com a governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, onde encaminhou pedidos de informações para diversos órgãos para que o “MPDFT consiga acompanhar e analisar, à luz de outras informações que possuímos, a abertura de eventuais processos investigativos”.
Os pedidos de informação foram encaminhados à Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal no Distrito Federal, além de secretarias de Estado de Segurança Pública, de Administração Penitenciária e de Proteção da Ordem Urbanística. Outros órgãos e empresas responsáveis pela infraestrutura da capital federal também foram acionadas.
O procurador também falou sobre as audiências de custódias dos presos por atos extremistas. Segundo Seigneur, 20 promotores estão empenhados nas realizações das sessões.
Até este sábado (14), o MPF (Ministério Público Federal) fez 789 audiências de custódia de extremistas de direita presos. De acordo com o órgão, 538 prisões foram convertidas em preventivas até a data.
Seigneur afirmou que as áreas de atuação do órgão para além do suporte nas audiências de custódia estão sendo:
- controle e a fiscalização do sistema prisional;
- controle externo da atividade policial;
- apuração da responsabilidade civil pelos danos causados ao patrimônio público imaterial.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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