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‘Não tem o mínimo espírito democrático’, disse Alckmin sobre Bolsonaro

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Alckmin e Bolsonaro
Reprodução: Mauro Corrêa/PR – 08/12/2022

Alckmin e Bolsonaro

vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) disse nesta quinta-feira (8) que o atual  presidente Jair Bolsonaro (PL) “não tem o mínimo espírito democrático” e ressaltou que, apesar de ter sido adversário de  Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no passado, o petista sempre foi “afável” com ele.

“Só tem uma pessoa no Brasil para ganhar a eleição, não do Bolsonaro, da máquina. Porque a reeleição é muito desigual. Só o Lula teria condição de enfrentar essa eleição, de evitar uma reeleição que eu entendia ser muito ruim. Eu fui colega do Bolsonaro, não tenho nada pessoal contra ele, mas ele não tem o mínimo espírito democrático, que é essencial. As pessoas passam e as instituições ficam, precisamos fortalecer as instituições”, disse Alckmin durante o programa Central da Transição da Globonews.

O vice eleito acrescentou ainda que “o grande problema do atual governo é a autocracia”.

Questionado sobre a relação com o presidente eleito, o ex-governador de São Paulo disse que “Lula sempre foi afável, fomos adversários, mas eu e Lula nunca colocamos em risco a democracia. A experiência faz diferença”. 

Sobre lealdade ao petista, Alckmin diz que terá lealdade absoluta. “Não há meia lealdade, a mesma lealdade que tive com Mário Covas, terei com Lula, diria até que tenho mais afinidade”.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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