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No governo de Lula, GSI não fará a segurança presidencial


Um novo órgão responsável pela segurança do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva(PT) será criado no próximo ano. A novidade irá fazer com que o Gabinete de Segurança Institucional ( GSI ), seja reformulado, ou seja, as Forças Armadas não ficarão mais responsáveis pela segurança presidencial.
O órgão é ligado ao Palácio do Planalto e será comandado pelo delegado da Polícia Federal Alexsander Castro Oliveira, que participou da equipe de segurança da campanha eleitoral de Lula nestas eleições.
A decisão de reestruturação do GSI partiu do PT. A sigla indica que o órgão é composto por aliados de Jair Bolsonaro (PL) e que impõe risco à segurança do presidente eleito. Hoje, a pasta é comandada pelo general reformado Augusto Heleno, apoiador do atual mandatário.
O futuro ministro da Casa Civil, Rui Costa já havia anunciado uma reestruturação no GSI nesta semana, retirando as atribuições da segurança presidencial das Forças Armadas.
“Nós teremos uma estrutura provisória que continuará dando segurança ao presidente até a reestruturação definitiva, que ele definirá qual é mais na frente. Já tem o nome decidido para o GSI. Terá uma estrutura de transição, a estrutura definitiva ele ainda vai definir”, afirmou Costa.
O Gabinete de Segurança Institucional foi extinto durante o governo Dilma Rousseff (PT), mas foi recriado pelo então presidente Michel Temer (MDB) em 2016 e mantida pelo atual presidente Jair Bolsonaro (PL).
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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