Brasil e Mundo

Nome de Bolsonaro volta a protagonizar atos antidemocráticos pelo país

Publicados

em

Placa de manifestante pede intervenção militar com Bolsonaro no poder
Reprodução – 10.12.2022

Placa de manifestante pede intervenção militar com Bolsonaro no poder

Manifestantes que pedem intervenção militar no Brasil voltaram a usar o nome do atual presidente,  Jair Bolsonaro (PL ), em protestos pelo país neste sábado (10). Apoiadores do chefe do Executivo realizaram manifestações em frente ao  CMSE (Comando Militar Sudeste), em São Paulo , e em Brasília . Eles pediam a permanência do mandatário no cargo junto com as Forças Armadas.

Pouco depois das eleições, os organizadores dos protestos haviam pedido que os adeptos evitassem o uso do nome Bolsonaro. Já outra orientação, era que não fossem utilizadas faixas pedindo intervenção militar. No entanto, o ato na capital paulista descumpriu os dois pedidos.

Nas ruas, as pessoas gritaram: “Forças Armadas, prestem atenção, queremos Bolsonaro presidente da nação” . Outros manifestantes carregavam cartazes pedindo aos militares que um golpe fosse aplicado. Um cartaz dizia: “Intervenção militar com Bolsonaro no poder”.

Esta mudança de comportamento em relação ao mandatário, se deu após de conversa de Bolsonaro com apoiadores no Palácio da Alvorada na última sexta-feira (9). Esta foi a primeira vez que o chefe do Executivo falou com manifestantes depois da derrota para Lula no segundo turno das eleições, em 30 de outubro. “Estou há praticamente 40 dias calado. Dói. Dói na Alma”, disse o chefe do Executivo federal.

Na ocasião, Bolsonaro estava acompanhado dos ex-ministros Gilson Machado e Braga Netto, ele afirmou aos apoiadores que “tudo dará certo” em um “momento oportuno” . Segundo o chefe do Executivo, ele deve lealdade ao povo brasileiro e disse nunca ter visto a população ir às ruas para um presidente permanecer no poder. Ele ainda apontou que eles vão vencer “dentro das 4 linhas da Constituição”.

Em São Paulo apoiadores ainda pediam que Bolsonaro usasse as forças de segurança para ordenar a prisão de congressistas e ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Segundo os manifestantes, eles teriam contribuído para uma suposta fraude eleitoral que levou a vitóroa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Leia Também:  Atos golpistas: Moraes concede liberdade provisória a 52 pessoas

Nas placas, os bolsonaristas exibiam mensagens pedindo ajuda ao Exército e criticando a mídia. De acordo com os apoiadores do presidente, “os brasileiros não confiam mais na mídia”.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Fonte: IG Política

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ARTIGOS

Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Publicados

em

 

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Aliados de Lula apostam que Lewandowski vai antecipar aposentadoria
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA