Brasil e Mundo
Operação Lesa Pátria prende três pessoas no sul de Minas Gerais


A sétima fase da Operação Lesa Pátria , deflagrada nesta terça-feira (07), prendeu três pessoas no Sul de Minas Gerais . A ação tem como objetivo identificar os responsáveis pelos atos golpistas que depredaram a sede dos Três Poderes no dia 8 de janeiro .
Os presos foram: Edmar Miguel, conhecido por “Miguel da Laranja”, de Areado (MG); o bolsonarista Kennedy Alves, de Alpinópolis (MG), e Aline Cristina Monteiro Roque, de Areado(MG). Eles foram levados para as delegacias de polícia locais.
Além de Minas Gerais, estão sendo cumpridos mandados em Curitiba (PR).
Na sexta fase, a corporação cumpriu oito mandados de prisão e 13 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal (STF) em Goiás, Minas, Paraná, Sergipe e São Paulo.
Os crimes investigados pela operação são:
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Abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
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Golpe de Estado;
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Dano qualificado;Associação criminosa;
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Incitação ao crime;
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Destruição;
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Deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.
Desde os atos em Brasília, mais de 1.400 pessoas foram presas, uma intervenção federal no Distrito Federal foi decretada, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB) foi afastado do cargo e o ex-secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, que foi ministro da Justiça do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso .
Segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), 751 pessoas ainda continuam presas por estarem envolvidas nos atos golpistas. Já outras 655 foram liberadas e vão responder o processo em liberdade.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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