Brasil e Mundo
Otan afirma que não há provas de que a Rússia atacou a Polônia


O secretário-geral da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Jens Stoltenberg afirmou nesta quarta-feira (16), durante reunião emergencial sobre o incidente, que não há provas de que o míssil que matou duas pessoas na Polônia foi um “ataque deliberado da Rússia ”.
Nesta manhã, a Polônia e a Otan já haviam dito que a origem do míssil partiu provavelmente de sistemas de defesa antiaérea usados pela Ucrânia.
“Não temos evidências no momento de que tenha sido um foguete lançado pelas forças russas. No entanto, há muitas indicações de que foi um míssil usado pela defesa antimísseis da Ucrânia”, disse Andrzej Duda, presidente da Polônia, a repórteres.
“Provavelmente foi causado por um míssil de defesa aérea ucraniano disparado para defender o território ucraniano contra-ataques de mísseis de cruzeiro russos. Deixe-me ser claro, isso não é culpa da Ucrânia. A Rússia tem a responsabilidade final enquanto continua sua guerra ilegal contra a Ucrânia’, disse Stoltenberg.
Através do Twitter, o secretário do Conselho Nacional de Segurança e Defesa da Ucrânia, Oleksiy Danilov, pediu “acesso imediato ao local do acidente para representantes de defesa e guardas de fronteira ucranianos, para exame conjunto do incidente”.
“Estamos dispostos a entregar a prova do rastro russo que temos”, escreveu ele.

Uma explosão em Przewodów, no leste da Polônia deixou dois mortos na terça-feira (15). O país, que faz fronteira com a inimiga da Rússia, a Ucrânia , faz parte da Otan, o que significa um grande alerta caso as forças russas tivessem realmente bombardeado o local. Por conta das alianças entre os países da organização, uma reunião de emergência foi convocada nesta quarta-feira.
Entre no canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o perfil geral do Portal iG.
Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
-
CIDADES6 dias atrás
Nikolas é favorito em Minas
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Presidente da CAAMG prestigia posse da diretoria da OAB Nacional e participa de reunião da Concad
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Fabriciano inicia obra de 500 moradias
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Inscrições abertas para 3ª Maratona Faemg Jovem
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Mulheres lideram a transformação da infraestrutura e mobilidade nos países do Brics
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Falta de planejamento e o alto custo na mesa do consumidor
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
CAAMG abre a primeira semana da Campanha de Vacinação Antigripal para a advocacia de Minas Gerais
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Lactalis investe R$ 291 milhões em Minas