Brasil e Mundo
Pacheco diz que CPMI só será aberta ‘se preencher requisitos’


O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) , afirmou a CPMI (Comissão Parlamentar de Inquérito Mista) sobre os atos golpistas do 8 de janeiro no Congresso Nacional só será instaurada após análise dos requisitos necessários.
“Se preenchidos os requisitos, deve ser lido o requerimento e instalada a Comissão. Essa é a obrigação que se impõe à Presidência [do Senado]“, disse o senador na última terça-feira (28), em entrevista à CNN Brasil.
Deputados e senadores da oposição pediram abertura da CPMI. A ação foi protocolada pelo deputado André Fernandes (PL-CE) na segunda-feira (27).
O parlamentar divulgou que o requerimento de abertura de CPMI conta com 189 assinaturas de deputados e 33 de senadores. Para uma comissão ser instala, é necessário ao menos 171 deputados e 27 senadores.
Segundo o líder da oposição no Senado, Roberto Marinho (PL-RN) o objetivo é investigar os culpados pela invasão e depredação da sede dos Três Poderes no 8 de janeiro.
“É importante que não haja seletividade na análise desse fato tão pernicioso que o ocorreu em 8 de janeiro. É necessário que as luzes sejam acesas, e que as ações e omissões de todas as autoridades em todos os níveis de governo possam ser elucidadas”, disse Marinho.
Opinião de Lula
Em entrevista à Globonews dias após os atos golpistas em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diz que não era a favor da abertura de uma CPI para investigar o caso.
“O que nós podemos investigar numa CPI que a gente não possa investigar aqui e agora? Nós estamos investigando, tem mil e trezentas pessoas presas. O que você pensa que a gente vai ganhar com uma CPI? Nós (governo) temos instrumentos para fiscalizar o que aconteceu nesse país. Uma comissão de inquérito pode não ajudar e ela pode criar uma confusão tremenda, sabe? Nós não precisamos disso agora”, afirmou Lula .
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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