Brasil e Mundo
Petista terá que pagar R$ 20 mil por chamar bolsonarista de ‘fascista’


O juiz Galdino Toledo Júnior, do TJSP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo), determinou que o bolsonarista Otávio Fakhoury seja indenizado pelo deputado federal Alencar Santana (PT-SP) em R$ 20 mil por chamá-lo de ” fascista ” e ” homofóbico “.
“É certo que a liberdade de manifestação do pensamento constitui um dos fundamentos essenciais de uma sociedade democrática. Mas essa liberdade tem seus limites, justamente para permitir que abusos porventura ocorridos sejam passíveis da consequente responsabilização civil e penal de seus autores”, disse o magistrado.
O episódio ocorreu no ano passado, quando Santana utilizou o Twitter para acusar Fakhoury de “fascista” e “homofóbico”. A 9ª Câmara de Direito Privado de São Paulo entendeu que o comentário ultrapassou o direito à liberdade de expressão e a imunidade parlamentar.
Toledo Júnior afirmou que o empresário não poderia ter sido rotulado como preconceituoso por chamar o senador Fabiano Contarato de “homossexual assumido”, fato que Santana fazia referência na publicação. Para o juiz, o episódio foi um “mero gracejo” e também não é considerado fascista.
Inicialmente, a defesa de Fakhoury pedia uma indenização de R$ 40 mil. O juiz agora concedeu somente a metade do valor.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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