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PF investiga digitais na minuta golpista encontrada na casa de Torres

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Anderson Torres foi ministro da Justiça de Bolsonaro
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil – 22/06/2022

Anderson Torres foi ministro da Justiça de Bolsonaro


A Polícia Federal investiga as impressões digitais encontradas na minuta golpista encontrada na casa do ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal Anderson Torres . O órgão também analisa imagens que flagraram as pessoas que entraram no Palácio do Buriti, sede do governo do DF, nos 20 primeiros dias de janeiro.

A PF entregou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um relatório parcial sobre a apuração do 8 de janeiro. A data ficou marcada pela invasão e depredação feita por bolsonaristas nas sedes dos Três Poderes, em Brasília. Cerca de mil pessoas foram denunciadas.

No documento entregue para a Corte, a Polícia Federal enumerou quais averiguações estão sendo feitas para identificar executores e mandantes do ato terrorista e de tentativa de golpe.

No dia do ato terrorista, Torres estava nos Estados Unidos, passando férias com a sua família. Ele voltou para o Brasil dias depois e foi preso por determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes. O ex-secretário é acusado de omissão em relação ao policiamento no dia 8.

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Na residência dele, policiais encontraram a minuta de um decreto que tinha como objetivo instaurar um estado de defesa no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o que vai na contramão da Constituição.

Ato terrorista de 8 de janeiro

Os prédios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF) foram invadidos por bolsonaristas na tarde de 8 de janeiro. Eles protestam contra a vitória de Lula e o uso das urnas eletrônicas.

No dia anterior, caravanas de bolsonaristas chegaram à Brasília para o ato. O ministro da Justiça, Flávio Dino, chegou a solicitar o uso da Força Nacional para manter a segurança da Praça dos Três Poderes.

No Congresso, os manifestantes vandalizaram o salão verde da Câmara dos Deputados e invadiram o plenário do Senado. Já no Planalto, os suspeitos quebraram portas e tentaram invadir o gabinete presidencial.

Na Suprema Corte, os manifestantes tentaram invadir os gabinetes dos ministros, quebraram as portas dos armários onde ficam as togas, além de quebrar vidraças e vandalizar a fachada do prédio.

Cerca de mil pessoas foram presas e levadas para a carceragem da Polícia Federal na capital.  Algumas já foram liberadas por decisões do STF, enquanto outros ainda aguardam o pedido de habeas corpus.


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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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