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PF prende coronel responsável pela segurança no dia dos atos golpistas

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Coronel Jorge Eduardo Naime
Divulgação: PMDF – 07/02/2023

Coronel Jorge Eduardo Naime

A Polícia Federal prendeu o ex-chefe do departamento operacional da Polícia Militar do DF, o coronel Jorge Eduardo Naime , na manhã desta terça-feira (7). Ele é suspeito de omissão no planejamento da segurança no dia da invasão na sede dos Três Poderes, em 8 de janeiro .

Naime foi detido durante a quinta fase da  Operação Lesa Pátria , deflagrada pela Polícia Federal nesta terça. O procedimento busca identificar os responsáveis pelos atos golpistas.

Na última sexta-feira (3), a PF deflagrou a quarta fase da operação . Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal (STF), no Distrito Federal e nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Espírito Santo.

Nas fases anteriores, a corporação cumpriu 16 mandados de prisão preventiva e 31 de busca e apreensão. 

Os crimes investigados são:

  • Abolição violenta do Estado Democrático de Direito;

  • Golpe de Estado;

  • Dano qualificado;

  • Associação criminosa;

  • Incitação ao crime;

  • Destruição;

  • Deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

O coronel Jorge Eduardo Naime Barreto solicitou folga do trabalho do dia 3 de janeiro ao dia 8, data da invasão na sede dos Três Poderes. O oficial foi chamado com urgência para atuar contra os golpistas, mas não apareceu, alegando estar em um hotel fazenda. Ele então foi exonerado do cargo após os atos.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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