Brasil e Mundo
PF prende coronel responsável pela segurança no dia dos atos golpistas


A Polícia Federal prendeu o ex-chefe do departamento operacional da Polícia Militar do DF, o coronel Jorge Eduardo Naime , na manhã desta terça-feira (7). Ele é suspeito de omissão no planejamento da segurança no dia da invasão na sede dos Três Poderes, em 8 de janeiro .
Naime foi detido durante a quinta fase da Operação Lesa Pátria , deflagrada pela Polícia Federal nesta terça. O procedimento busca identificar os responsáveis pelos atos golpistas.
Na última sexta-feira (3), a PF deflagrou a quarta fase da operação . Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal (STF), no Distrito Federal e nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Espírito Santo.
Nas fases anteriores, a corporação cumpriu 16 mandados de prisão preventiva e 31 de busca e apreensão.
Os crimes investigados são:
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Abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
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Golpe de Estado;
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Dano qualificado;
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Associação criminosa;
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Incitação ao crime;
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Destruição;
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Deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.
O coronel Jorge Eduardo Naime Barreto solicitou folga do trabalho do dia 3 de janeiro ao dia 8, data da invasão na sede dos Três Poderes. O oficial foi chamado com urgência para atuar contra os golpistas, mas não apareceu, alegando estar em um hotel fazenda. Ele então foi exonerado do cargo após os atos.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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