Brasil e Mundo
PGR é contra pedido para impedir a posse de 11 deputados


A Procuradoria Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a rejeição de um pedido para suspender a diplomação e impedir a posse de 11 deputados federais por suposta incitação, em redes sociais, aos atos golpistas que depredaram a sede dos Três Poderes, no dia 8 de janeiro .
O documento foi assinado pelo subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos neste sábado (28). Ele declarou que as prerrogativas têm início com a diplomação dos deputados e senadores.
“Ao prescrever que, além dos casos definidos no regimento interno, os atos incompatíveis com o decoro parlamentar decorrem de abusos das prerrogativas asseguradas a Deputados e Senadores, o § 1º do artigo 55 [da Constituição] remete às garantias asseguradas no artigo 53, as quais, por seu turno, têm início desde a diplomação”, declarou.
Para Santos, não há “qualquer indício da prática de crime” nas condutas apontadas contra os deputados.
“Inexistindo, até o presente momento, elementos que indiquem que os Deputados apontados na petição tenham concorrido, ainda que por incitação, para os crimes executados no dia 08 de janeiro de 2023, não há justa causa para a instauração de inquérito ou para a inclusão, a princípio, dos Parlamentares nos procedimentos investigatórios já instaurados para apurar a autoria dos atos atentatórios ao Estado Democrático de Direito”, disse o subprocurador.
O pedido para impedir a posse dos deputados foi feito por advogados do Grupo Prerrogativas. O ministro do STF, Alexandre de Moraes, enviou a solicitação para análise da PGR na última quinta-feira (26).
Veja quais são os deputados incluídos no requerimento do Grupo Prerrogativas:
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Nikolas Ferreira (PL-MG);
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Sargento Rodrigues (PL-MG);
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Rodolfo Nogueira (PL-MS);
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Marcos Pollon (PL-MS);
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João Henrique Catan (PL-MS);
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Dr. Luiz Ovando (PP-MS);
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Carlos Jordy (PL-RJ);
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André Fernandes (PL-CE);
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Silvia Waiãpi (PL-AP);
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Wallber Virgolino (PL-PB);
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Rafael Tavares (PRTB-MS).
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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