Brasil e Mundo
PGR pede abertura de três novos inquéritos para investigar golpistas


A PGR (Procuradoria-Geral da República) solicitou ao STF (Supremo Tribunal Federal), nesta quinta-feira (12), a abertura de três novos inquéritos para investigar responsáveis pelos atos terroristas do dia 8 de janeiro.
O objetivo do órgão do Ministério Público Federal é indentificar e responsabilizar executores, financiadores, autores intelectuais e autoridades públicas envolvidas nas manifestações golpistas que tiveram como alvo a Praça dos Três Poderes.
“É importante prestar celeridade às investigações e para isso é necessário equacioná-las e organizá-las a fim de que as condenações não se afastem da contemporaneidade dos fatos, de forma a permitir o efeito pedagógico da resposta do Estado aos atos criminosos, garantindo-se o devido processo legal”, afirmou o subprocurador-geral da República Carlos Frederico.
Frederico foi escolhido por Augusto Aras, procurador-geral da República, para coordenar o Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos criado pela PGR.
O representante do MPF ressalta que os terroristas podem ter cometido o que se chama de crimes multitudinários, aqueles praticados por multidões. Estes delitos se caracterizam por serem cometidos por pessoas que podem até não se conhecer, mas que atuam na mesma finalidade.
Alguns dos crimes que a PGR pede para que sejam investigados são os de terrorismo, associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, ameaça e perseguição.
Veja antes e depois dos ataques aos Três Poderes em Brasília
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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