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Polícia diz que bolsonarista pretendia distribuir armas para atentado

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Homem confessou ter montado um artefato explosivo numa área de acesso ao Aeroporto Internacional de Brasília
Divulgação/PCDF – 26.12.2022

Homem confessou ter montado um artefato explosivo numa área de acesso ao Aeroporto Internacional de Brasília

Em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal , o bolsonarista George Washington de Oliveira Sousa, de 54 anos, que  confessou ter montado explosivos em uma área de acesso ao Aeroporto Internacional de Brasília , afirmou que gastou cerca de R$ 170 mil com armas e que planejava um possível atentado organizado na cidade que seria colocado em prática nos próximos dias.

Segundo o empresário, ele pretendia entregar armas a apoiadores de atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), acampados em frente ao QG do Exércit o e explodir bombas  para radicalizar os bolsonaristas.

“Ele confessou que tinha intenção de cometer um crime no Aeroporto, com objetivo de chamar atenção para o movimento a favor do atual presidente Jair Bolsonaro, que eles estão empenhados no quartel-general”, disse o diretor-geral da PC-DF, delegado Robson Cândido ao ao  portal de notícias UOL . “Ele e o grupo falhou, talvez por cfalta de conhecimento técnico sobre como artefatos do tipo funcionam.”

O homem pretendia chamar a atenção de outros manifestantes ao realizar o ataque no aeroporto para que esses manifestassem contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou no depoimento. Além de George Washington, a polícia busca por novos envolvidos a partir desta segunda (26) e já identificou outros participantes na ação. 

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“Temos informações preliminares e, ao longo da semana, mais envolvidos podem ser presos. Ele confessa a participação de outras pessoas na tentativa de explosão”, disse o Delegado-geral da PC-DF, Robson Candido.

Já segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, é importante que seja aguardada as conclusões oficiais, para as devidas “responsabilizações”.

Flávio Dino, futuro titular da pasta, também acompanha o caso e afirmou que irá reavaliar os procedimentos de segurança para a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcada para o próximo domingo (1°) após a tentativa de ataque no aeroporto.

“A posse do presidente Lula ocorrerá em paz. Todos os procedimentos serão reavaliados, visando ao fortalecimento da segurança. E o combate aos terroristas e arruaceiros será intensificado. A democracia venceu e vencerá”, disse.

Veja o foi apreendido com o bolsonarista que deve ser autuado por crime contra Estado Democrático e porte e posse de arma de fogo:

  • dois revólveres;
  • duas espingardas;
  • três pistolas;
  • cinco emulsões explosivas;
  • munições;
  • uniformes camuflados.

“Ele tinha registro de colecionador e todas as armas estão no nome dele. No entanto, não há autorização para transitar com essas armas livremente. A situação se agrava porque ele viajou do Pará para Brasília sem guia de autorização de transporte”, afirmou o delegado-geral da PC-DF.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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