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Polícia Federal desmente morte de idosa em ginásio com detidos no DF

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Imagem usada em boato sobre morte de idosa detida pela PF e imagem original, disponível em banco de imagens gratuito
Twitter/Reprodução e Edu Carvalho/Pexels – 10.01.2023

Imagem usada em boato sobre morte de idosa detida pela PF e imagem original, disponível em banco de imagens gratuito

Na noite desta segunda-feira (9), a  Polícia Federal (PF) negou que uma idosa teria morrido após ter sido detida no acampamento bolsonarista no Quartel-General do Exército , em Brasília . Mais cedo, cerca de  1.200 pessoas foram detidas no local, que foi desmontado pela Polícia Militar e pelo Exército por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do  Supremo Tribunal Federal (STF), após os atos terroristas realizado contra os três poderes no último domingo (8). Os detidos estão abrigados em um ginásio da PF .

A informação da suposta morte foi amplamente divulgada nas redes sociais e entre grupos de bolsonaristas, no entanto, até a foto utilizada na divulgação do falso óbito era de um banco de imagens gratuito.

A repercussão ganhou apoio da deputada federal Bia Kicis (PL-DF), que em discurso no plenário da Câmara dos Deputados, na noite de segunda, chegou a dizer que o caso tinha sido confirmado pela Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF). No entanto, durante a madrugada ela pediu desculpas pelo “equivoco”.

Veja o informe da PF:

“A Polícia Federal informa que é falsa a informação de que uma mulher idosa teria morrido na data de hoje (9/1) nas dependências da Academia Nacional de Polícia”, diz a nota da corporação.

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Além da Polícia Federal, o interventor Paulo Cappelli, que assumiu a segurança pública no Distrito Federal após decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, também negou a informação.

Discurso de Bia Kicis

Durante seu discurso na tribuna da Câmara, Bia Kicis disse: “acabo de receber uma notícia de que uma senhora veio a óbito hoje nas dependências da Polícia Federal. Não foi nas dependências da PM, não. Falo de uma senhora a quem foi negado comida e água e que, depois de horas, e horas, e horas a fio sendo destratada e descuidada, veio a falecer”.

“É preciso ainda confirmar essa informação, mas a recebi de mais de uma fonte. Quero aqui lamentar e até torcer para que isso não seja verdade, mas, se for, isso não aconteceu nas dependências da Polícia Militar, e sim, nas da Polícia Federal, que é ligada ao governo federal”, disse.

Logo em seguida, já fora da tribuna, a deputada interrompeu a sessão para afirmar que a informação do suposto óbito da idosa tinha sido confirmada pela OAB do Distrito Federal.

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“É só para falar que a OAB acabou de confirmar o falecimento da senhora que estava lá sob a custódia da Polícia Federal. Só queria confirmar porque eu disse que não tinha certeza. Era só para confirmar essa informação muito triste”, disse.

No entanto, durante a madrugada desta terça (10), Bia Kicis publicou nas redes sociais que o presidente da OAB-DF havia negado as informações proferidas anteriormente por ela sobre o óbito no ginásio da PF e pediu “desculpas pelo equívoco”.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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