Brasil e Mundo
Presidente da Funai é exonerado pelo governo Bolsonaro


O governo de Jair Bolsonaro (PL) exonerou o presidente da Fundação Nacional do Índio ( FUNAI ), Marcelo Augusto Xavier da Silva. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (29) em um despacho no Diário Oficial da União ( DOU ).
Marcelo Augusto havia assumido o posto de presidente da Fundação em julho de 2019, logo no início do governo Bolsonaro , após a demissão do general Franklinberg de Freitas – nomeado durante a gestão de Michel Temer ( MDB ).
Em agosto de 2022, o jornal “O Globo” divulgou um áudio de uma suposta conversa entre Xavier e um servidor da Funai preso por arrendar áreas da Terra Indígena Marãiwatsédé, do povo Xavante, em Mato Grosso.
Na gravação, Xavier pede que o servidor fique “tranquilo” pois ele iria procuarar as corregedorias da Polícia Federal para “atuar nisso” .
“Pode ficar tranquilo aí que você tem toda a sustentação aqui. Pode ficar sossegado”, disse Xavier.
Em sua defesa, o então presidente da Funai afirmou, através de uma nota, que houve um “vazamento descontextualizado” da gravação ee que ele não estava entre os indiciados.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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