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PRF concede aposentadoria a Silvinei Vasques, réu por improbidade

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Ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques
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Ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) concedeu aposentadoria voluntária a Silvinei Vasques , ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e réu por improbidade administrativa. Vasques foi exonerado do cargo na última terça-feira (20) .  

Ele foi aposentado um dia depois, na quarta-feira (21). A informação, porém, só foi divulgada em publicação do Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta (23).

Vasques se tornou réu por pedir votos para o presidente Jair Bolsonaro (PL) durante as campanhas eleitorais deste ano , enquanto ocupava a liderança da PRF .

No inquérito, o Ministério Público Federal (MPF) chegou a entrar na Justiça pedindo o afastamento de Vasques do cargo , dizendo que os  bloqueios feitos por manifestantes bolsonaristas contra o  resultado das eleições contribuíram para o “clima de instabilidade e confronto instaurado durante o deslocamento de eleitores”.  Ele é acusado de prevaricar frente aos atos antidemocráticos registrados em todo o país .

Segundo o MPF , desde o início das campanhas, Vasques vinha usando as redes sociais para fazer postagens de cunho eleitoral e, nas vésperas do segundo turno, pediu explicitamente votos para o então candidato à reeleição Jair Bolsonaro .

Silvinei Vasques  também é investigado pelas barreiras feitas pela corporação nas estradas no dia da votação do segundo turno. Na ocasião, a população de diversos lugares pelo Brasil, principalmente do Nordeste, denunciaram que os agentes da PRF impediram a passagem de ônibus nas cidades em que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) , havia vencido no primeiro turno. Adesivos com o símbolo do Partido dos Trabalhadores também teriam sido retirados dos veículos que passavam pelos locais.

Além disso, ele ainda é investigado pelo fato de que a cúpula da PRF estudava empenhar R$ 144 mil para pagar viagens de Vasques a Madri e Santiago a partir de dezembro.

A Polícia Federal também abriu um inquérito para apurar a conduta do ex-diretor-geral da corporação.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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