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PSOL libera que membros possam compor base do governo Lula

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PSOL libera que membros possam compor base do governo Lula
Ricardo Stuckert/Divulgação

PSOL libera que membros possam compor base do governo Lula

O PSOL decidiu, neste sábado (17), compor a base do governo do presidente eleito  Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Câmara dos Deputados. A sigla resolveu liberar filiados para ocupar cargos mediante condições.

Por 53 votos a seis e uma abstenção, a cúpula do partido aprovou uma resolução que costurou divergências internas, reafirmou o apoio a pautas sociais do novo governo e ressaltou o combate ao bolsonarismo.

“O PSOL não terá cargos na gestão que se inicia. Ainda assim, compreendemos que a indicação de Sônia Guajajara, como liderança do movimento indígena, para o Ministério dos Povos Originários é uma conquista de extrema importância para uma luta tão atacada por Bolsonaro e deve ser respeitada pelo partido”, diz a resolução aprovada.

Os filiados que, no caso de convidados, optem por ocupar funções no governo federal devem se licenciar dos espaços de direção partidária, diz o texto. “A eventual presença nesses espaços não representa a participação do PSOL”.

Em novembro, em meio aos anúncios de participação de quadros do PSOL na equipe de transição e a expectativa de ter a deputada federal eleita Sônia Guajajara como ministra dos Povos Originários, alas do partido começaram a manifestar sua indignação com a proximidade entre o partido e o PT.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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