Brasil e Mundo
PSOL pede ao STF suspensão das redes sociais de Bolsonaro


O PSOL pediu ao Supremo Tribunal Federal que as redes sociais do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) sejam retiradas do ar. O partido alega que o antigo chefe do Executivo federal tem incentivado atos golpistas e terroristas, como os que aconteceram em Brasília no último domingo (8).
Os psolistas também querem quebra de sigilo telefônico e telemático, busca e apreensão de provas e documentos para que não ocorra nenhuma destruição ou ocultação de indícios criminosos, apreensão do passaporte e prisão preventiva de Bolsonaro, além da suspensão das redes sociais.
O documento entregue para o Supremo foi assinado por vários parlamentares da legenda, como Guilherme Boulos, Ivan Valente, Sâmia Bomfim, entre outros.
A ação do PSOL não foi por acaso. Na última terça (10), o ex-presidente publicou um texto dizendo que Lula não foi eleito pela população brasileira, mas sim por ministros do STF e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A mensagem rapidamente viralizou nas redes sociais e foi deletada horas depois.
A postagem também questionou a credibilidade das urnas eletrônicas e o processo eleitoral brasileiro. Só que as urnas são seguras e passaram por auditorias e não há nenhum registro de fraude desde que surgiu o voto eletrônico, em 1996.
Bolsonaro recebe alta de hospital
O ex-mandatário foi levado ao hospital americano após sentir um “desconforto abdominal”, informou Michelle Bolsonaro em uma publicação nas redes sociais.
Bolsonaro está hospedado nos Estados Unidos desde o dia 30 de dezembro, véspera de deixar o governo, ele embarcou para Orlando e nãoo entregou a faixa presidencial ao atual chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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