Brasil e Mundo
PT fica com a comissão mais importante da Câmara; saiba quem presidirá


O PT voltará a comandar a CCJ ( Comissão de Constituição e Justiça ) da Câmara dos Deputados depois de nove anos. Para receber o apoio da sigla, Arthur Lira (PP-AL) se comprometeu a deixar a cadeira de presidente da comissão para o Partido dos Trabalhadores . Os petistas escolheram por unanimidade o nome de Rui Falcão (SP) para presidir o órgão.
A última vez que o PT ficou com a presidência da CCJ foi em 2014. No ano seguinte, a legenda não ocupou espaço em nenhum cargo importante da Câmara. Isso ocorreu porque não apoiou Eduardo Cunha, Rodrigo Maia e Lira nas eleições anteriores para o comando da Casa.
Rui Falcão já foi presidente do PT e, atualmente faz parte do grupo mais a esquerda da legenda. Ele foi escolhido par o cargo, porque seus aliados aceitaram deixar com que o grupo majoritário da agremiação fique com o poder de outras comissões, como a Fiscalização e Controle.
A Comissão de Constituição e Justiça é responsável por avaliar a constitucionalidade das ações do poder legislativo. Quase todos os projetos passam pela comissão. Para ficar com o comando da CCJ neste ano, o PT concordou em deixar o cargo para o PL no ano que vem.
PL deve ficar com a relatoria do orçamento
Já o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro terá a responsabilidade de fazer a relatoria do orçamento do ano que vem, que precisará ser votada pelo Congresso nesta ano. A tendência que Luiz Carlos Motta (SP) seja indicado para a função de relator.
Porém, o União Brasil não concordou com o acordo e também articula nos bastidores para ficar com a relatoria. O martelo sobre o assunto deve ser batido depois do carnaval.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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