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Relator da ONU afirma que Lula terá que lidar com o caso Marielle

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Vereadora do PSOL foi executada em março de 2018, no Rio de Janeiro
Bernardo Guerreiro

Vereadora do PSOL foi executada em março de 2018, no Rio de Janeiro

Clément Nyaletsossi Voule, relator especial sobre Liberdade de Reunião Pacífica e de Associação da  Organização das Nações Unidas ( ONU ), afirmou durante uma entrevista nesta quinta-feira (17) que o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva ( PT ) deverá ter como uma de suas prioridades a investigação do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco .

“Se o novo governo quer ser levado a sério, ele terá de lidar com esse caso”, disse Voule.

De acordo com o diplomata, é trabalho de Lula  “garantir que as investigações cheguem até as pessoas que ordenaram o crime, e não apenas até quem puxou o gatilho”.

A ex-vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assasinados, em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro. Segundo as investigações do caso, Marielle foi seguida e o carro em que ela estava foi atingido por 13 disparos.

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“O caso de Marielle é uma espécie de símbolo de um país onde a luta contra a impunidade não é feita de maneira séria”, disse Voule.  Ele afirma que, com medo de represálias, outras mulheres acabam temendo entrar na política brasileira.

Voule também lamentou o caso ainda nõa ter sido solucionado apesar dos esforços internacionais para apurar o assassinato. “Se o caso dela não pode ser lidado, imagina quantos outros sequer chegam a ser considerados”, afirmou. 

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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