Brasil e Mundo
Relator da ONU afirma que Lula terá que lidar com o caso Marielle


Clément Nyaletsossi Voule, relator especial sobre Liberdade de Reunião Pacífica e de Associação da Organização das Nações Unidas ( ONU ), afirmou durante uma entrevista nesta quinta-feira (17) que o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva ( PT ) deverá ter como uma de suas prioridades a investigação do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco .
“Se o novo governo quer ser levado a sério, ele terá de lidar com esse caso”, disse Voule.
De acordo com o diplomata, é trabalho de Lula “garantir que as investigações cheguem até as pessoas que ordenaram o crime, e não apenas até quem puxou o gatilho”.
A ex-vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assasinados, em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro. Segundo as investigações do caso, Marielle foi seguida e o carro em que ela estava foi atingido por 13 disparos.
“O caso de Marielle é uma espécie de símbolo de um país onde a luta contra a impunidade não é feita de maneira séria”, disse Voule. Ele afirma que, com medo de represálias, outras mulheres acabam temendo entrar na política brasileira.
Voule também lamentou o caso ainda nõa ter sido solucionado apesar dos esforços internacionais para apurar o assassinato. “Se o caso dela não pode ser lidado, imagina quantos outros sequer chegam a ser considerados”, afirmou.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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