Brasil e Mundo
Renan Calheiros pede inclusão de Bolsonaro em inquérito de atos


O senador Renan Calheiros (MDB-AL) disse nesta segunda-feira (9) que vai elaborar uma petição para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) passe a ser formalmente investigado no inquérito dos atos terroristas e antidemocráticos. Em entrevista para a CNN Brasil, o parlamentar também pedirá que o antigo chefe do Executivo federal seja tratado como fugitivo da justiça brasileira.
Calheiros afirmou que solicitará para a Justiça que Bolsonaro seja convocado para prestar esclarecimentos sobre os atos terroristas. “E se ele se recusar a vir prestar depoimento, vamos pedir, nessa petição, sua prisão preventiva”, explicou o senador.
Renan demonstrou muito incômodo e confessou choque ao ver as imagens de bolsonaristas depredando e tendo atos de terrorismo nas sedes dos Três Poderes em Brasília. O senador classificou as cenas como “inimagináveis” e defendeu punição para todos os envolvidos.
“A eleição se deu em torno disso: de um lado, a civilidade; do outro, a barbárie. Isso [a invasão] aconteceu com a participação de forças de segurança e das Forças Armadas. Tivemos um atentado à democracia”, completou.
Renan Calheiros defende Moraes
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o afastamento de Ibaneis Rocha (MDB) do cargo de governador de Brasília. O chefe do Executivo do Distrito Federal terá que ficar 90 dias fora do cargo.
Calheiros concordou com a decisão do magistrado e acusou Ibaneis de ter participado das ações praticadas por Bolsonaro ao longo dos últimos quatro anos. Ele ainda deixou claro que pedirá a saída de Rocha da sigla emedebista.
“Ibaneis colaborava com estratégias e práticas fascistas há muito tempo, ele se beneficiou com o governo Bolsonaro, fez questão de nomear o ex-ministro da Justiça do ex-presidente Bolsonaro como seu Secretário de Segurança”, relatou. “Vou propor ao MDB a expulsão do governador de Brasília pela participação nos atos golpistas”.
O terrorismo em Brasília
Na tarde de ontem, milhares de pessoas invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal. Os prédios foram depredados e policiais acabaram sendo agredidos por terroristas. Após horas, a PM do Distrito Federal retirou os golpistas dos prédios.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou a realização de intervenção federal em Brasília para evitar que novos ataques ocorressem na capital federal.
Mais de 1,2 mil pessoas foram presas por participarem dos movimentos terroristas e antidemocráticos, de acordo com o Ministério da Justiça. Os acampamentos no QG do Exército começaram a ser desmontados em vários estados após determinação do Supremo Tribunal Federal.
A Justiça iniciou uma série de investigações para saber quem financiou os movimentos terroristas em Brasília. Senadores também passaram a recolher assinaturas para abrir uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para saber quem são os responsáveis do episódio.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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