Brasil e Mundo
Réplica da Constituição roubada por terroristas é levada ao STF


O Supremo Tribunal Federal recebeu de volta a réplica da Constituição Federal que foi roubada no último domingo (8) do edifício-sede da Corte por bolsonaristas terroristas e golpistas. A ministra Rosa Weber , presidente do STF, e Flávio Dino (PSB-MA), ministro da Justiça e Segurança Pública, tiraram uma foto com o exemplar.
O documento ficava exposto no Salão Branco e foi roubado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) durante a ação de terrorista na sede dos Três Poderes. Um homem foi filmado segurando a réplica e sendo ovacionado por outros bolsonaristas.
As imagens viralizaram nas redes sociais e surgiram rumores de que o exemplar era original. Porém, o Supremo Tribunal Federal divulgou um comunicado desmentindo a informação. A Corte relatou que a versão original da Constituição estava seguro em outro espaço.
Quem devolveu a réplica?
A réplica foi entregue para a Polícia Federal de Varginha, em Minas Gerais. Um homem, identificado como Marcelo Fernandes Lima, de 50 anos, prestou depoimento aos policiais e relatou que pegou o livro das mãos de outras pessoas para que não houvesse destruição.
Marcelo foi visto nas imagens com a réplica nas mãos na Praça dos Três Poderes. Ele alegou que viu vários objetos e vidros quebrados, quando três pessoas passaram ao seu lado com o livro nas mãos.
O homem relatou que a intenção do trio era rasgar a réplica com o apoio dos outros golpistas. Por conta disso, ele decidiu tomar o livro deles, porque considerou absurda a ideia de destruir o documento. O designer também afirmou que não participou do ato de terrorismo.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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