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Réu por improbidade, diretor-geral da PRF é exonerado do cargo

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Silvinei Vasques, diretor-geral da PRF
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Silvinei Vasques, diretor-geral da PRF

Nesta terça-feira (20), o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF)Silvinei Vasques , foi exonerado do cargo, segundo publicação no Diário Oficial da União (DOU). Vasques deixou o posto a apenas 11 dias para o fim do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

O documento publicado hoje conta com a assinatura do ministro da Casa Civil de Bolsonaro, Ciro Nogueira.

Vasques se tornou réu por improbidade administrativa  por pedir votos para Bolsonaro durante as campanhas eleitorais deste ano, enquanto ocupava a liderança da PRF .

No inquérito, o Ministério Público Federal (MPF) chegou a entrar na Justiça pedindo o afastamento de Vasques do cargo , dizendo que os bloqueios feitos por manifestantes bolsonaristas contra o resultado das eleições contribuíram para o “clima de instabilidade e confronto instaurado durante o deslocamento de eleitores”.

Segundo o MPF , desde o início das campanhas, Vasques vinha usando as redes sociais para fazer postagens de cunho eleitoral e, nas vésperas do segundo turno, pediu explicitamente votos para o então candidato à reeleição Jair Bolsonaro .

No pedido que também pedia o afastamento de Vasques, o MPF afirmou que “a figura fardada do diretor-geral é simbólica (está para, no lugar de) com relação à própria Polícia Rodoviária Federal. Tanto assim o é que são investigadas supostas operações policiais durante o pleito (número bem acima do usual) e inação durante os bloqueios (de dimensão nacional) das estradas após a divulgação do resultado”.

Além disso, ele também é investigado pelo fato de que a cúpula da PRF estudava empenhar R$ 144 mil para pagar viagens de Vasques a Madri e Santiago a partir de dezembro.

A Polícia Federal também abriu um inquérito para apurar a conduta de Vasques.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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