Brasil e Mundo
Saiba o que é a Chopard, marca das joias que seriam de Michelle


As peças de joias que o governo Bolsonaro tentou trazer ao Brasil ilegalmente pertencem à marca de luxo chamada Chopard . Os acessórios foram avaliados no valor de R$ 16,5 milhões e apreendidos pela Receita Federal.
O conjunto de joias era composto por um colar, anel, relógio e um par brincos de diamantes, o que seria um presente do governo saudita para e ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro .
A Chopard é foi fundada na Súiça, em 1860 pelo relojoeiro e empresário Louis-Ulysse Chopard. A marca na época era especializada em relógios. Um ano depois, começaram a investir em joias e a empresa foi aberta nos Estados Unidos, Europa e Ásia.
Atualmente, a Chopard pertence à família alemã Scheufele, com um patrimônio avaliado em cerca de R$ 8,2 bilhões, segundo a revista Forbes.
Ao entrar no site da marca, é possível encontrar colares com uma média de R$ 100 a R$ 200 mil, par de brincos que custam R$ 525 mil e relógios de R$ 300 mil.
Entenda o caso
Segundo uma reportagem de “O Estado de S. Paulo”, um primeiro pacote de joias, avaliado em R$ 16 milhões, foram entregues pelo governo da Arábia Saudita para Michelle Bolsonaro, que visitou o país árabe em outubro de 2021. Entre os presentes, estavam um anel, colar, relógio e brincos de diamantes.
Entretanto, ao chegar ao país, as peças foram aprendidas na alfândega do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na mochila de um assessor de Bento Albuquerque, então ministro de Minas e Energia. Ele ainda tentou usar o cargo para liberar os diamantes, entretanto, não conseguiu reavê-los, já que no Brasil a lei determina que todo bem com valor acima de US$ 1 mil seja declarado.
Diante do fato, o governo Bolsonaro teria tentado quatro vezes recuperar as joias, por meio dos ministérios da Economia, Minas e Energia e Relações Exteriores. O então presidente chegou a enviar ofício à Receita Federal, solicitando que as joias fossem destinadas à Presidência da República.
Na última tentativa, três dias antes de deixar o governo, um funcionário público utilizou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para se deslocar até Guarulhos. Ele teria se identificado como “Jairo” e argumentado que nenhum objeto do governo anterior poderia ficar para o próximo.
O que diz Bolsonaro e Michelle?
No último sábado (4), após um evento nos Estados Unidos, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que não pediu nem recebeu qualquer tipo de presente em joias do governo da Arábia Saudita.
“Agora estou sendo crucificado no Brasil por um presente que não recebi. Vi em alguns jornais de forma maldosa dizendo que tentei trazer joias ilegais para o Brasil. Não existe isso”, afirmou.
Nas redes sociais, a ex-primeira dama escreveu: “Quer dizer que eu tenho tudo isso e não estava sabendo? Meu Deus! Vocês vão longe mesmo hein?! Estou rindo da falta de cabimento dessa imprensa vexatória”.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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