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Sem prova, Dallagnol diz que há indícios de “toma lá, dá cá” na Câmara

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Deltan Dallagnol foi chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato no MP
Fabio Rodrigues Pozzebom

Deltan Dallagnol foi chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato no MP

O deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) afirmou nesta segunda-feira (6) que viu sinais de “ toma lá, da cá ” praticados por colegas da Câmara . Sem apresentar nenhuma prova, ele relatou que parlamentares que faziam parte da oposição aceitaram acordos com o governo federal.

“Mesmo pessoas que pareciam estar na oposição e que foram eleitas com pautas conservadoras, migram para ficar ao lado do governo”, afirmou o deputado em entrevista para a CNN Brasil.

Dallagnol acusou colegas de não defenderem nenhuma pauta e votam apenas o que o governo Lula quer para receber emendas e recursos para seguir com mandato. “Enquanto a sociedade continuar elegendo pessoas que levem recursos para sua região e não pessoas com pautas claras, vamos continuar vendo esse fisiologismo”, opinou.

Ele ainda criticou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o chefe do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Na visão de Deltan, ambos possuem a característica fisiológica. “Lira representa o status quo, o modo como o sistema funciona”, opinou.

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Dallagnol aproveitou a entrevista para dizer que a Câmara precisa discutir a reforma tributária. No entanto, o parlamentar garantiu que não será favorável a qualquer projeto que for votado na Casa. “Mas não adianta dizer que precisamos de reforma tributaria. A questão é qual reforma tributaria”.

Na avaliação dele, é fundamental que o governo faça uma reforma que diminua as despesas públicas ao invés de aumentar a carga tributária.

Deltan Dallagnol é opositor de Lula

O deputado federal Deltan Dallagnol se colocou como opositor ao governo Lula.  Ele garantiu que defenderá pautas de combate à corrupção, projetos econômicos que estejam próximos do liberalismo e discussões de costumes que estejam mais próximos do conservadorismo.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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