Brasil e Mundo
Senador quer que PF e MPF investigue Michelle Bolsonaro por corrupção


O senador Humberto Costa (PT-PE) pediu para que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) para investigar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro por suspeitas de caixa 2 e rachadinha. A denúncia tem como base uma reportagem divulgada pelo Metrópoles, que denuncia a participação de Michelle em esquemas de corrupção.
Costa quer que as autoridades investiguem a ex-primeira-dama por apropriação indébita, corrupção e atos de improbidade administrativa. As suspeitas também estão sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo a reportagem, Michelle teria usado recorrentemente um cartão de uma amiga e quitado os valores com dinheiro em espécie por intermédio de Mauro César Cid, ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL). Essa amiga trabalhou no Palácio do Planalto nos primeiros seis meses do governo Bolsonaro com salário de R$ 6 mil, mas foi promovida para um cargo com vencimentos de R$ 17 mil.
Após a promoção, o STF constatou encomendas entregue pela funcionária à Michelle Bolsonaro por meio de envelopes. Em depoimento, funcionários do Alvorada confirmaram que era dinheiro em espécie.
“Após as graves denúncias apresentadas que ligam Michelle Bolsonaro a série de crimes como prática de ‘rachadinha’, assédio moral e corrupção – decidi entrar com uma série de representações nos órgãos competentes para a apuração dos fatos” disse o senador, em suas redes sociais.
Assédio moral
Humberto Costa ainda enviou um ofício ao Ministério Público do Trabalho (MPT) para apurar as denúncias de assédio moral contra funcionários do Palácio do Alvorada. A medida ainda tem como base depoimentos e gravações de reuniões feitas pelos subordinados do presidente da República.
A reportagem apontou que Michelle contratou um pastor de sua confiança para fiscalizar os funcionários do Alvorada. O amigo da ex-primeira-dama chegou ao palácio com salário de R$ 5,6 mil, mas passou a ganhar R$ 11 mil quando assumiu a coordenação do prédio.
Em depoimentos, funcionários relataram ameaças tanto de Michelle quanto do pastor, inclusive com risco de demissões e retirada de lanches dos empregados. Em um dos episódios, o coordenador do Alvorada ameaçou jardineiros contratados de uma empresa terceirizada se não limpassem o banheiro de serviço.
“Vamos acionar também o MPT para apuração de responsabilidades em virtude dos maus tratos aos funcionários terceirizados que prestavam serviços no Palácio da Alvorada e vamos pedir ao CGU que apure as responsabilidades funcionais e administrativas dos servidores envolvidos”, disse Costa.
O senador ainda quer que o Tribunal de Contas da União (TCU) investigue desvios de recurso público e danos ao patrimônio da União na gestão de Jair Bolsonaro.
Tanto Michelle quanto Bolsonaro ainda não se pronunciaram publicamente sobre as denúncias do Metrópoles. O STF confirmou que há uma investigação em curso, mas ressaltou que o processo segue sob sigilo.
A PF, MPF e MPT ainda não se pronunciaram sobre os pedidos do senador Humberto Costa.
Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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