Brasil e Mundo
STF decide que caso Brumadinho é de competência Federal


O Supremo Tribunal Federal ( STF ) determinou em sessão de plenário virtual que o julgamento do caso Brumadinho deverá ser sentenciado pela Justiça Federal .
A votação ficou em 3 a 1. Gilmar Mendes, Nunes Marques e André Mendonça votaram pela competência federal. Somente o ministro Edson Fachin, relator do caso, votou ao contrário, alegando que o acontecimento não é apto para a Justiça Federal e sim pela Justiça Estadual de Minas Gerais.
Ainda, o ministro Ricardo Lewandowski se declarou suspeito, ou seja, impedido de julgar a ação.
A decisão do colegiado vai contra o argumento do Ministério Público de Minas Gerais, que defende que o julgamento de Brumadinho fique sob a competência da Justiça de Minas Gerais .
Relembre o caso
A barragem de Brumadinho rompeu em 25 de janeiro de 2019. O caso foi considerado um dos principais desastres ambientais da história do país, além de ser o maior acidente de trabalho do Brasil, com 270 mortos.
Em 2020, 16 pessoas foram denunciadas por homicídio duplamente qualificado, por 270 vezes, valor referente ao número de vítimas.
O incidente teve os trâmites iniciais julgados pela Justiça de Minas, mas em outubro de 2021, o Superior Tribunal de Justiça decidiu pela competência da Justiça Federal, anulando o recebimento da denúncia pelo judiciário mineiro.
A anulação aconteceu após a defesa de Fábio Schvartsman e Felipe Figueiredo Rocha, o ex-presidente e ex-engenheiro da Vale, respectivamente, acionarem a Justiça para que o caso saísse de Minas Gerais.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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