Brasil e Mundo
STF retoma julgamentos nesta semana após vandalismo em Brasília


Após os atos terroristas que vandalizaram os Três Poderes em Brasília no início do mês, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) — que estava em reforma — deve receber a primeira sessão de 2023 já nesta semana.
Nas úlltimas semanas, diversos profissionais se reuniram em uma força-tarefa para conseguir recuperar pelo menos parte do edifício-sede da Corte antes do início do ano Judiciário.
Devido ao tombamento histórico do prédio diversos itens tiveram que passar por um trabalho minucioso, já que não podiam ser trocados. A recuperação e a reforma, dentro dos padrões exigidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), foram finalizadas antes de receber a primeira solenidade de abertura do Ano Judiciário.
Além disso, coisas que haviam sido roubadas, como as togas dos ministros, foram compradas novamente. A fiação elétrica foi refeita e as câmeras e armários recolocados.
O brasão da República e o crucifixo que também compõem o ambiente foram restaurados e recolocados em seus lugares.
No total, o prejuízo estimado com os atos terroristas só no STF é de R$ 5,9 milhões. No entanto, ainda não há estimativa de quanto ficou a reforma só do plenário.
O evento que abre o Ano Judiciário deve ocorrer na próxima quarta (1º), às 10h. A solenidade costuma contar com a participação dos chefes dos Poderes da República, do Ministério Público e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A primeira sessão ordinária também será na quarta, a partir das 15h.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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