Brasil e Mundo
STM nega ação de Bolsonaro e o ministro da Defesa contra Moraes


O Superior Tribunal Militar (STM), negou nesta quinta-feira (22) uma ação em que o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, pedem abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes por conduta na presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
“Está cristalino que o pedido veiculado no processo não compõe a competência do STM, nos termos da Constituição Federal e das leis vigentes. Portanto, não conheço do pedido liminar, por se tratar de matéria estranha à competência do STM”, disse o ministro Lúcio Mário de Barros Góes, presidente do STM.
O atual presidente e o ministro da Defesa afirmam, na ação, que Moraes teria cometido abuso de autoridade ao impedir o acesso a códigos fonte das urnas eletrônicas, o que teria desrespeitado a Constituição Federal.
Alegações de Bolsonaro
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supostos crimes de Moraes contra a segurança nacional e a ordem política e social;
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investigação contra o presidente do TSE por atentar contra a Constituição e os direitos humanos;
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afirma que as Forças Armadas não tiveram acesso ao código-fonte das urnas.
Esta é a terceira ação contra Moraes que a Corte Militar rejeita em uma semana. O ministro Cláudio Portugal Viveiros arquivou, no dia 15 de dezembro, uma ação em que o advogado bolsonarista Wilson Issao Koressawa pediu a prisão de Moraes.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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