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Tarcísio nomeia irmão de Michelle Bolsonaro como ‘assessor especial’

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Diego Torres e Michelle Bolsonaro
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Diego Torres e Michelle Bolsonaro


O governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas , nomeou Diego Torres Dourado, irmão da ex-primeira dama Michelle Bolsonaro , para um cargo de “assessor especial”. A vaga tem salário-base de R$ 19.204,22, um dos mais altos do Palácio dos Bandeirantes. 

Diego Torres, de 35 anos, é irmão de Michelle apenas por parte de pai. Ele se filiou ao PL (Partido Liberal) em 2022 para disputar uma vaga de deputado federal. A pré-candidatura foi anunciada em fevereiro de 2022, porém não foi para frente.

Torres é soldado da FAB (Força Aérea Brasileira) e esteve presente na campanha de Tarcísio. Ele também foi assessor técnico do Ministério da Defesa por seis anos. O cargo tinha remuneração de R$ 5.685,55.


Em 2021, o irmão da ex-primeira dama foi nomeado assistente parlamentar na Primeira-Secretaria do Senado, comandada pelo senador Irajá (PSD-TO), filho da ex-senadora Kátia Abreu. O salário era de R$ 13.494,42, segundo o Portal da Transparência da Casa.

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O governador Tarcísio de Freitas foi ministro da Infraestrutura do governo de Jair Bolsonaro e apoiou a sua reeleição. Ele cancelou, hoje (12), a nomeação do marido de sua cunhada para o cargo de assessor especial

A nomeação havia sido feita em publicação dessa quarta (11) e foi anulada na edição de hoje. O posto ao qual Mauricio Pozzobon Martins havia sido indicado tem salário líquido que chega a R$ 21,5 mil.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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