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TCU ordena que PRF esclareça suposta omissão sobre bloqueios das vias

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Bloqueio das vias em Mato Grosso
Reprodução: redes sociais – 20/11/2022

Bloqueio das vias em Mato Grosso

O ministro Benjamin Zymler, do Tribunal de Contas da União (TCU) , ordenou que a Polícia Rodoviária Federal ( PRF ) esclareça possível omissão sobre os  bloqueios nas rodovias federais  após o resultado das eleições 2022 . As manifestações antidemocráticas ocorrem desde o dia 30 de outubro.

O TCU determinou o prazo de 15 para a PRF encaminhar mais informações sobre o caso. A decisão foi deferida no dia 10 de novembro, mas só foi divulgada nesta quarta-feira (23). Portanto, a corporação tem mais dois dias para enviar os relatórios ao tribunal.

A PRF deve apresentar ao TCU:

  • documento com o planejamento das ações operacionais da PRF para os dias 30/9, 1º/10 e 2/10/2022  e com as ações efetivamente realizadas;

  • documentos com o planejamento das ações operacionais da PRF para os dias 28/10, 29/10 e 30/10/2022 e com as ações efetivamente realizadas;

  • documento com o planejamento das ações operacionais para os quatro dias após o segundo turno, isto é, dia 31/10, 1º/11, 2/11, 3/11/2022, e com as ações efetivamente realizadas.

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O TCU pede também os detalhes completos das ações realizadas: 

  • número de efetivo de pessoal disponível, por cidade, estado e área de abrangência;

  • número de efetivo de pessoal dedicado às ações de desobstrução de vias federais, por cidade/estado/área de abrangência;

  • gasto realizado com as operações;

  • nome dos agentes públicos responsáveis pelas operações realizadas nos dias solicitados.

O TCU justifica a decisão citando que há “vídeos que vieram a público nas redes sociais com comportamento dos agentes públicos” após o segundo turno das eleições. O tribunal também mencionou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou, “a priori, omissa, ilegal e inconstitucional a atuação do órgão e de seus agentes”.

Zymler disse também que atendeu a um pedido da área técnica do tribunal, que viu a necessidade de verificar se houve “omissão de agentes públicos (e até incentivo a atos ilegais) no cumprimento dos seus deveres e obrigações, desvirtuando o papel atribuído na Constituição e na lei à PRF”.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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