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Telegram nega ordem do STF para bloquear conta de Nikolas Ferreira

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Deputado federal Nikolas Ferreira
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Deputado federal Nikolas Ferreira

O aplicativo Telegram resolveu rebater uma ordem do Supremo Tribunal Federal enviando um ofício ao ministro Alexandre de Moraes pedindo que o magistrado “reconsidere” a decisão de bloquear o canal do deputado federal eleito Nikolas Ferreira (PL-MG).

De acordo com a petição feita pelos advogados do aplicativo de mensagens, muitas ordens da Corte voltadas à remoção de conteúdo são feitas com “fundamentação genérica” e de forma “desproporcional”.

Em um dos trechos, os representantes da plataforma são duros ao apontar que as determinações de bloqueio integral de perfis no App pode representar censura. Segundo eles, a punição “impede um espaço de livre comunicação para discursos legítimos, implicando em censura e coibindo o direito dos cidadãos brasileiros à liberdade de expressão”.

A manifestação da plataforma ocorre no inquérito que investiga atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro. Nela, os advogados do Telegram informam que foi cumprida a determinação de Moraes em relação a três outros canais: dois vinculados a Bruno Aiub, o Monark, e outro da bolsonarista Paula Marisa.

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No entanto, em relação ao canal de Nikolas, o aplicativo diz que não foi apresentada “qualquer fundamentação ou justificativa para o bloqueio integral” . Eles ainda alegam que Moraes não identifica “os conteúdos específicos que seriam tidos por ilícitos” . No documento, eles também ressaltam a quantidade de 277 mil inscritos no canal do deputado.

A plataforma pede ao STF, em solicitação, que Moraes reconsidere a ordem de remoção integral do perfil de Nikolas Ferreira e sugere que há outras providências “menos gravosas” para se atingir o fim almejado.

Segundo a nota da empresa, as ordens de bloqueio dadas pelo STF são genéricas e não estabelecem um “prazo hábil” de cumprimento.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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