Brasil e Mundo
Temer diz que impeachment de Dilma é ‘trauma institucional’


O ex-presidente Michel Temer (MDB) , disse nesta sexta-feira (3), que a adoção do sistema semipresidencial no Brasil faria com que o país evitasse um “trauma institucional”, como foi o caso da também ex-presidente Dilma Rousseff (PT) , segundo ele.
Temer participa do Lide Brazil Conference, evento que ocorre em Portugal com empresários. O ex-presidente, defendeu ainda que todo o processo de impeachment de Dilma estava de acordo com a Constituição.
Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) , o impeachment de Dilma foi um ” golpe de estado “ . O petista estava na Argentina, ao lado do presidente Alberto Fernández, quando disse:
“Vocês sabem que depois de um momento auspicioso no Brasil, quando governamos de 2003 a 2016, houve um golpe de Estado. Se derrubou a companheira Dilma Rousseff com um impeachment. A 1ª mulher eleita presidenta da República do Brasil”, declarou Lula.
Depois da saída de Dilma do Palácio do Planalto, “o Brasil entrou num retrocesso que jamais imaginei que o Brasil poderia entrar”, completou o mandatário.
A ex-presidente Dilma Rousseff teve seu segundo mandato encerrado em 31 de agosto de 2016 ao passar pelo processo de impeachment no Congresso Nacional, com supervisão do Supremo Tribunal Federal.
Ela teve o mandato cassado por infringir a Lei de Responsabilidade Fiscal, que tem como fundamental o planejamento, a transparência, o controle e a responsabilidade.
Além de Temer, participam do Lide Brazil Conference:
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Bruno Dantas, presidente do TCU;
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Cláudio Castro (PL), governador do Rio de Janeiro;
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Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo;
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Rafael Greca (PSD), prefeito de Curitiba;
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Humberto Martins, ministro do STJ;
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Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ministro do STF;
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Gilmar Mendes, ministro do STF;
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Luís Roberto Barroso, ministro do STF e;
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Ricardo Lewandowski, ministro do STF.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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