Brasil e Mundo
Terra Yanomami: PF mira suspeitos de financiar o garimpo ilegal em RR


Desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (28), a Polícia Federal realiza uma operação que mira suspeitos de receberem valores para a compra de ouro extraído ilegalmente da Terra Yanomami . Ao todo, o grupo teria movimentado cerca de R$ 271 milhões nos últimos quatro anos.
Segundo a PF, são cumpridos três mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de bens dos suspeitos, expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal da Justiça Federal em Roraima. Em 2023, esta é a terceira operação contra financiadores da atividade ilegal no estado.
Os investigados são apontados de reberem valores de centenas de pessoas físicas e jurídicas relacionadas com o comércio de minerais. Alguns deles já foram alvo de outras ações policiais.
Um dos homens suspeitos apontados pela PF é proprietário da microempresa de materiais para construção em Roraima e teria movimentado mais de R$ 162 milhões. A empresa atua de forma regular no mercado da construção civil, no entanto, também seria utilizada para movimentar esses valores ilegais.
Outro suspeito teria movimentado mais de R$ 12 milhões emm suas conatas, no entanto, os rendimentos declarados por ele são de apenas R$ 40 mil.
Em quatro anos, os envolvidos teriam movimentado cerca de R$ 271 milhões.
A Polícia Federal deu início as investigações após a uma denúncia anônima indicar que o proprietário de uma loja de materiais para construção no estado estaria utilizando a empresa para movimentar valores para aquisição de ouro de origem criminosa.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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